Treinamento Vivencial para empresas é uma excelente forma de transformar e capacitar o potencial humano existente dentro das corporações. Um treinamento dinâmico que busca evidenciar as causas dos problemas de uma equipe e com base nos resultados das atividades propostas, apresentar caminhos para melhoria das relações interpessoais dos colaboradores.

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O Ciclo de Aprendizagem Vivencial utilizado no Treinamento Vivencial possui etapas bem definidas, executadas nos mais variados tipos de atividades (muitas vezes ao ar livre, em contato com a natureza), possui como principal objetivo a transformação humana e a consequente participação de cada um dentro de uma organização.

Permitir a capacitação das habilidades humanas, estimular a participação ativa dos envolvidos e atuar de maneira prática diante dos obstáculos emergentes são alguns dos diferenciais do Treinamento Vivencial diante dos treinamentos tradicionais para empresas. Entre o modelo tradicional de um treinamento empresarial e o modelo vivencial existe uma mudança significativa no pensamento que vai de encontro com as constantes mudanças do mercado.

Atividade do treinamento vivencial em meio a natureza

Adaptação é a palavra da vez

Uma empresa de hoje é muito diferente do que foi há pouco tempo atrás. Vivemos em uma época movida pela tecnologia, pela velocidade de comunicação, onde a globalização possui influência direta nas ações cotidianas. Muitas são as facilidades que os avanços do conhecimento nos proporcionam, mas ao mesmo tempo, nos trazem também novos problemas. Esse fato é possível de ser observado também nas unidades corporativas.

Ao passo que a velocidade em que um trabalho precisa ser concluído diminui, a competitividade das empresas aumenta e novos modelos de trabalho surgem; vemos de perto o desencadeamento de uma série de novos problemas. Problemas esses que começam a emanar nas pessoas e acabam por interferir diretamente na saúde organizacional, produtiva e financeira da empresa.

Colaboradores com problemas de saúde, evidente aumento do nível de stress nas pessoas, falta de relacionamento entre membros de uma mesma empresa (às vezes até de um mesmo setor) são apenas alguns dos males que surgem individualmente e acabam por impactar diretamente nos resultados da empresa.

Para tratar problemas do gênero, fica clara a necessidade de criar novos métodos para se aprimorar essas novas experiências de trabalho. Métodos esses que estão diretamente relacionados ao desenvolvimento do capital humano das empresas, as pessoas.

O conhecimento como grande diferencial

Segundo Arie de Geus (executivo holandês, ex-diretor da Shell), em seu livro A Empresa Viva – Como as Organizacoes Podem Aprender a Prosperar e Se Perpetuar, o desenvolvimento de novos conhecimentos é a “única vantagem competitiva sustentável”. Suas teorias mostram como as empresas conseguem se “perpetuar” ao longo dos anos.

Sendo o conhecimento a chave para a saúde empresarial, o investimento nas pessoas que a constituem torna-se imprescindível. O fortalecimento daqueles que fazem parte de uma organização, surtirá efeito direto no coletivo; assim como o inverso – mostrado anteriormente – também ocorre.

Através do treinamento dos colaboradores é que o desempenho individual e de equipe poderá ser aprimorado. As empresas devem permitir que as pessoas que fazem parte de seu quadro organizacional possam aprender novas habilidades, mudar atitudes, criar novos conceitos, enfim; que as pessoas possam se auto-desenvolver.

Entre as habilidades necessárias ao profissional desse novo tempo, o conceito e a prática da liderança deve ser prioridade, assim como também a comunicação, tomada de decisões, motivação, relacionamento e tantos outros que não se limitam a atuação técnica das pessoas.

O treinamento vivencial como amplificador de resultados

A batalha de uma empresa a fim de manter o bom relacionamento, seja interno entre seus colaboradores ou com os seus clientes, não é ditada pelos processos da empresa ou pela tecnologia que ela aplica, mas sim as pessoas envolvidas. Essa afirmação é do doutor em Gestão do Conhecimento Martius Vicente Rodriguez y Rodriguez, em sua obra Gestão do Conhecimento e Inovação nas Empresas.

Por isso, o investimento em treinamentos tradicionais, mesmo que necessários para transmitir principalmente a parte técnica dos trabalhos, não são o suficiente. É preciso desenvolver atividades para ampliar as competências dos colaboradores para que no futuro eles possam vir a desempenhar novas funções, cargos e responsabilidades dentro da empresa.

Melhorar a atitude das pessoas e torná-las mais eficientes são alguns dos pontos trabalhados em treinamentos vivenciais. Treinamentos dessa natureza permitem a melhoria do indivíduo alinhada às necessidades da empresa que vão muito além da busca por resultados.

Vivenciando o aprendizado

Confúcio, filósofo chinês, possui um pensamento assertivo com relação ao aprendizado: “Ouço e esqueço. Vejo e me lembro. Faço e compreendo.” Parafraseando a afirmativa, as pessoas aprendem melhor e em menos tempo quando estão de fato executando alguma atividade do que apenas a estudando de modo não participativo.

O treinamento vivencial se constrói sobre esse conceito de participação, de tentativa e erro com relação às atividades. Através dele, onde as pessoas vão passar por diferentes tipos de experiências, a sedimentação do aprendizado será muito maior. A vivência do treinamento permite às empresas inserir seus colaboradores em situações idênticas aquelas que serão encontradas no dia-a-dia do trabalho.

Essas simulações são desenvolvidas em atividades físicas, dinâmicas e ações baseadas nas atitudes de cada um. A superação dos desafios sugeridos em um treinamento vivencial levam os participantes a evoluir e a aprender de forma emocional, social, psicomotor, racional e cognitiva.

Desse modo o alto grau de retenção do conhecimento é indubitavelmente maior com relação a outras propostas de treinamento, isso sem falar da satisfação pessoal, empolgação e envolvimento de cada colaborador com as atividades propostas.

Jean-Claude Razel passa orientações no treinamento vivencial da ATHUE

Como funciona o treinamento vivencial

Como foi dito anteriormente, todas as atividades do treinamento vivencial são criadas de modo a corresponder a situações reais de dentro das empresas. Evidenciar conflitos e propor soluções formam a base do treinamento. Entre as diferentes propostas desse tipo de treinamento está o trabalho em grupo que pode ser observado em situações onde todos os participantes são expostos a uma tarefa onde precisam do trabalho mútuo ou do auxílio do restante do grupo para atingir seus objetivos.

As atividades são realizadas seguindo o funcionamento do Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV). O CAV é composto por 5 etapas presentes em todas as ações do treinamento; são elas:

  1. Vivência
  2. Relato
  3. Processamento
  4. Generalizações
  5. Aplicação

Nesse ciclo a atividade é realizada em um espaço definido de tempo, com regras bem definidas e de conhecimento de todos. A realização da atividade caracteriza o primeiro passo do ciclo a Vivência.

Em seguida o facilitador da atividade abre espaço para os participantes compartilhar seus sentimentos, são colhidas as reações diante da atividade proposta durante o Relato.

Na etapa Processamento, uma análise é feita permitindo ao participante condições de avaliar sua atuação e qual relação ela teve com o resultado alcançado.

A análise da etapa anterior do CAV é complementada em Generalizações. Nesse passo são realizadas comparações diretas daquilo que foi realizado com as situações reais da empresa. A atividade simulada mostra sua devida importância.

Por fim e para o fechamento do ciclo, existe a Aplicação, que consiste no compromisso individual dos colabores em levar a prática de seus ofícios os novos aprendizados.

Treinamento Vivencial ou Tradicional?

O dinamismo das atividades bem como o despertar do desejo participativo nos colaboradores por si só já garantem a escolha do treinamento vivencial em relação ao tradicional. A vivência provoca o participante a refletir sobre suas posições e assim a romper limites e desenvolver competências que por outras vias seriam bem mais complicadas e demoradas de serem feitas.

Permitir a auto-reflexão e o autodesenvolvimento das pessoas é a chave para o sucesso do treinamento vivencial. O comprometimento da equipe com a constante evolução individual e do todo são potencializados pela troca de experiência entre os envolvidos e estende o aprendizado inclusive a vida pessoal de cada um.

Esse comportamento viabiliza a cultura de metas e desafios tornando possível o alinhamento dos esforços dos profissionais em busca de um objetivo comum. A melhoria dos resultados perseguidos é certa, pois o treinamento vivencial revela tanto a empresa quanto a seus colaboradores, os pontos fortes e aqueles que precisam ser melhorados.

Desenvolva habilidades humanas em sua empresa

A prática presente nas atividades do treinamento vivencial visa aprimorar suas estratégias, decisões e habilidades humanas. Liderança, trabalho em equipe, motivação, superação são apenas algumas entre as muitas humanidades que as pessoas carregam consigo e levam para dentro de uma empresa. O investimento no capital humano de uma empresa traz o direto aumento da produtividade e também da qualidade dos produtos e serviços oferecidos por ela.

Permitir que os colaboradores possam evoluir como pessoas resultará na admissão de novos e bons hábitos de trabalho, melhor ambiente para exercer suas obrigações profissionais e a consequente melhora na produção, custos, vendas e demais áreas de interesse econômico para a empresa.

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